terça-feira, 23 de junho de 2009

Sampa

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Repassando a noite
Correndo caminhos
Perambulando na noite
Desta urbana querida
De gastas calçadas
E animadas esquinas
Os lugares de agora
Com surpresas a cada passo
Adivinho cantos
Desta noite minguante
Atravesso avenidas
Desta cidade que foi minha
De noites sem tempo
Entre luzes e pessoas
Desta cidade por fim querida
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2 comentários:

Vladir Duarte disse...

Não conheço SP, mas acho uma cidade muito poética. pelo menos, combina com meu estilo de escrever... a mitologia urbana precisa de cidades como SP para sobreviver.

Valeu.

Carlos Howes disse...

E no final das contas, a cidade é como um velho amigo, daqueles que nos conhecem a anos e sabe vários dos nossos segredos.