Sempre no caminho de casa passa por aquela rua, aquela em que brincava desde pequena, aquela rua que se sente segura. Não esperava, pois nem sabe que à uma hora uma mulher deixou um homem, nem sabe que ele não pode suportar, e que prefere ver-la morta à deixar que esteja com outro, e que bebeu, e que quando ela saiu de casa batendo as portas, ele bebeu mais e agarrou uma faca. Foi atrás dela. Ela não sabe, que justo nessa rua avistará uma mulher correndo, sangrando. A abraça para que não caia, e ele vem atrás, furioso de raiva.
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9 comentários:
Triste, mas histórias absurdas como esta ainda fazem parte de muitas famílias. Pais que matam os filhos e depois se matam só para fazer a mulher sofrer, outros que matam a própria mulher, outros que se matam... tudo, dizem, em nome do amor. Que amor é esse?
Isso, sem contar nas tantas outras histórias que não acabam necessariamente em morte física, mas que produzem uma morte emocional de anos e anos de agressões e sofrimentos.
Belo texto esse. Valeu.
Ironias do destino. E o mais triste é pensar que que podem ser cruelmente verdadeiras.
Texto inteligente.
Muito bom o texto, como sempre né !
Lamentavel saber que existem pessoas assim...
Bjus amor te amo!
Oiiiiiiiiiiii!!!!
SAudades!!!
Infelizmente histórias assim acontecem a todo momento de forma estúpida.
Bjs!
querida, sumi por uns tempos. me secaram. tô vazia ainda. mas eu volto! xero grande
história como essa já virou cotidiano em nossa sociedade...infelizmente.
Gostei da forma como transmitiu a idéia... bem escrito.
Beijo!
Morrer é sempre um troço absurdo.
que tenso! credo! ia ficar muito impressionada!
beijo!
Olá amiga,td bem?
Vim aqui te desejar um feliz natal e feliz 2009!
Bjs!
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